A produção agrícola de Feira de
Santana é majoritariamente orgânica, detalhe que agrega valor às culturas. Os
produtores não usam defensivos químicos nas suas plantações de feijão e milho,
ambas de ciclo de colheita curto, ou de mandioca e aipim, que têm prazos de
colheita mais longos.
O não uso de defensivos é um dos
diferenciais da agricultura de Feira, mesmo que ela tenha baixa participação na
formação do PIB (Produto Interno Bruto), visto que apenas parte do que se colhe
nas roças é vendida pelos produtores.
Esse tipo de produção tem ganho médio superior a 30% em relação ao produzido com o uso de defensivos. Há, portanto, maior lucro para os agricultores, desde que haja exposição do manejo realizado nas propriedades. Como não há certificação, os preços não são tão diferenciados das produções convencionais. Mais.

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