quarta-feira, 1 de julho de 2026

GOVERNO ANUNCIA FIM DA SUBVENÇÃO DE R$ 0,35 POR LITRO DO DIESEL

 

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, informou, nesta terça-feira (30/6), o fim do subsídio de R$ 0,35 por litro do diesel. A medida começa a valer a partir da próxima quarta-feira (1º/7).

De acordo com ele, também estão sendo estudados o fim o subsídio de R$ 1,12 por litro de diesel e o subsídio da gasolina, de R$ 0,44 por litro.

Durigan já havia antecipado que, com o acordo de paz entre Estados Unidos e Irã, a tendência era de que o subsídio acabasse. O ministro informou que a equipe econômica tem avaliado diariamente a viabilidade dos demais subsídios que ainda estão vigentes. Mais.

SENADO APROVA VENDA DE SPRAY DE PIMENTA PARA MULHERES

 

O Senado aprovou, nesta terça-feira (30/6), em regime de urgência, um projeto de lei que passa a permitir a venda de aerossol de extratos vegetais, o famoso spray de pimenta, para mulheres, com o intuito de defesa pessoal. O texto já tinha sido aprovado em março na Câmara e agora segue à sanção.

A medida também estabelece regras para o uso, como que só poderão portar o item mulheres com mais de 18 anos, ou com autorização expressa dos responsáveis, a partir de 16 anos. O local de venda terá que ter registro simplificado da venda, contendo a identificação da adquirente pelo prazo de cinco anos. Mais.

ALCOLUMBRE RECLAMA DE PRESSÃO PARA VOTAR PEC DA ESCALA 6×1

 

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), reclamou ontem de pressão para acelerar a tramitação de determinadas propostas na Casa e, numa referência direta à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6×1, afirmou que o texto não pode “servir para o calendário eleitoral”.

Em pronunciamento no plenário do Senado, Alcolumbre se queixou de “ofensas” e criticou a pecha sobre o Congresso de “inimigo do povo”. A PEC da 6×1 – de interesse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que concorre à reeleição – está parada há mais de um mês no Senado e nem sequer foi despachada para análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Mais.