sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

TEMER, A QUEM NINGUÉM CHORARÁ


Por Fernando Brito
Michel Temer parece fadado a ser um destes personagens que a história lançará no quarto de despejo.

Mesmo que Jair Bolsonaro seja um grotesco reacionário, Michel Temer, sem ser tão reacionário como o sucessor, ganha dele porque junto a pompa à mediocridade.

No fecho de seu período como usurpador da Presidência, presentei
a-se com memoriais não se sabe do quê e pronunciamentos que ninguém ouve ou lê.

Já não é o homem “bonito” ou “romântico” com que os bajuladores da mídia o alcunhavam – com o perdão do trocadilho – no início, quando tudo seriam flores de pois do “desastre Dilma”.

Alguns colunistas “sinceros” ainda têm a decência de reconhecer que ele prestou “bons serviços”: cortou os gastos sociais, iniciou a preparação da venda de nosso petróleo, entregou a Embraer e o que resta como estatal do setor elétrico para a venda.

De “quebra”, ajudou a desmoralizar a política, com a sua pequenez sempre cercada de imundícies ministeriais. CONTINUE LENDO

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