Por Fernando Brito
Michel Temer parece fadado a ser um destes personagens que a
história lançará no quarto de despejo.
Mesmo que Jair Bolsonaro seja um grotesco reacionário,
Michel Temer, sem ser tão reacionário como o sucessor, ganha dele porque junto
a pompa à mediocridade.
No fecho de seu período como usurpador da Presidência,
presentei
a-se com memoriais não se sabe do quê e pronunciamentos que ninguém
ouve ou lê.
Já não é o homem “bonito” ou “romântico” com que os
bajuladores da mídia o alcunhavam – com o perdão do trocadilho – no início,
quando tudo seriam flores de pois do “desastre Dilma”.
Alguns colunistas “sinceros” ainda têm a decência de
reconhecer que ele prestou “bons serviços”: cortou os gastos sociais, iniciou a
preparação da venda de nosso petróleo, entregou a Embraer e o que resta como
estatal do setor elétrico para a venda.
De “quebra”, ajudou a desmoralizar a política, com a sua
pequenez sempre cercada de imundícies ministeriais. CONTINUE LENDO


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