O Brasil vive hoje uma realidade política surreal,
em que o líder da oposição, senador Aécio Neves (PSDB-MG), citado em três
delações verdadeiras da Operação Lava Jato, prega a renúncia da presidente
Dilma Rousseff, porque ela teria sido mencionada numa delação inexistente,
negada pelo "delator" e por seus advogados; Aécio foi citado como pai
de um mensalão em Furnas pelo doleiro Alberto Youssef, como receptador de um
terço da propina da mesma estatal pelo lobista Fernando Moura e como "o
mais chato" cobrador de recursos pelo entregador Ceará; as delações contra
Aécio estão filmadas e gravadas (assista); a "delação" contra Dilma é
um pedaço de papel sem nenhuma assinatura, mas ainda assim ele quer renúncia;
seguindo a lógica do herdeiro de Tancredo, será que ele não deveria renunciar
primeiro? MAIS
sexta-feira, 4 de março de 2016
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