O golpe dos meios de comunicação engajados na derrubada da
presidente Dilma Rousseff está dado; ele consiste em transformar em fato
consumado uma "delação premiada" que não aconteceu; mesmo tendo sido
negada ontem pelo senador Delcídio Amaral (PT-MS) e destacada nas manchetes do
Uol (portal do grupo do Folha) e do Estadão Online na noite de ontem; hoje ela
ganha ares de delação real nas edições impressas do Globo, da Folha e do
Estado; ou seja: mesmo que seja apenas um pedaço de papel apócrifo, não
reconhecido nem pelo "delator" nem por seus advogados, a
"delação" será usada pelos jornais na tentativa de, assim como em
1964, mudar a história política do País; nesse quadro sombrio, o que irá
prevalecer: o jogo bruto da mídia e de seus interesses econômicos ou a ordem
jurídica? AQUI
sexta-feira, 4 de março de 2016
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