Um procedimento que estava arquivado havia três anos no STF (Supremo Tribunal Federal) foi reativado em pedido que levou a uma decisão do ministro Gilmar Mendes favorável à família do colega Dias Toffoli.
Ao entrar com a solicitação visando suspender a sua quebra de sigilo pela CPI
(Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado, a Maridt Participações
escolheu um mandado de segurança já arquivado no tribunal, sob relatoria de
Gilmar. A estratégia da empresa, que tem como sócios parentes de Toffoli, fez
com que a solicitação fosse direcionada ao decano da corte, que concedeu a
suspensão, nesta sexta-feira (27). Mais.

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