Parlamentares governistas e de
oposição apresentam argumentos técnicos distintos para justificarem sua posição
na votação da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) mista do INSS que
autorizou a quebra do sigilo bancário e fiscal de um dos filhos do presidente
Lula (PT), Fábio Luís, conhecido no mundo político como Lulinha.
A votação, que ocorreu nesta
quinta-feira (26), foi seguida de bate-boca e agressões e virou alvo de disputa
regimental. O caso foi parar no presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União
Brasil-AP), que foi instado a decidir sobre a validade da decisão. Integrantes
governistas da CPI apresentaram a Alcolumbre um recurso por escrito pedindo a
anulação da votação por fraude. Mais.

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