
Rosa Alice revela que busca no lápis, papel, tela, tinta e desenhos “expressar os limites que a sociedade nos impõe até chegar a um pouco do meu auto-conhecimento ou limite” Segundo ela, para olhar o limite de frente é preciso ter a consciência bastante trabalhada e preparada, “pois encontramos a morte, o nascimento e o sacrifício”. Rosa entende que o limite pode determinar sabedoria do próprio corpo e da alma, é algo fundamental no comportamento da humanidade.
Ela espera que as pessoas que observarem essa exposição consigam extrair a sua essência, depende do olhar de cada um.
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