As emendas indicadas por deputados
e senadores consumiram até 78,9% da verba discricionária de ministérios do
governo Lula (PT) em 2025.
Trata-se de uma fatia do Orçamento
que não está engessada pelo pagamento da folha salarial, entre outras obrigações,
e é aplicada no custeio de políticas públicas e nos investimentos em obras e
compras de equipamentos.
O maior percentual foi registrado
no Ministério do Turismo, pasta comandada por indicados do centrão desde o
começo do terceiro mandato de Lula. Em seguida, o Ministério do Esporte, também
chefiado por um nome do mesmo grupo político, teve 65,2% da verba
discricionária empenhada no ano passado para atender às emendas parlamentares. Mais.

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