Recentemente, a Fundação aprovou três projetos vinculados ao sisal que vão contribuir para a geração de renda e para a valorização do produto.
O primeiro projeto foi apresentado por pesquisadores da UFRB, sob a coordenação da Profa. Tatiana Velloso, destina-se a apoiar o artesanato de sisal em parceria com a Cooperativa Regional de Artesãos Fibras do Sertão (COOPERAFIS);
O segundo projeto, apresentado por pesquisadores da UEFS, sob a coordenação do Prof. Ildes Ferreira, apoiará a produção e comercialização de capachos de sisal, em parceria com a Associação de Desenvolvimento Sustentável Solidário (APAEB);
O terceiro projeto, apresentado por pesquisadores da UEFS, UFBa e UFRB, sob a coordenação da Profa. Acácia Batista (da UEFS), visa a desenvolver um trabalho inédito na região: Identificação Geográfica do Sisal, também em parceria com a APAEB.
Na Europa, é comum a Identificação Geográfica de produtos (Vinho do Porto, Baviera, Champagne etc.), com cerca de 900 registros na Organização Mundial do Comércio.
No Brasil, há apenas 7 (sete) produtos identificados e outros 6 em andamento, inclusive a Cachaça de Abaira. Esse trabalho será de grande importância para a valorização do sisal baiano.

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