
"As cadeiras de rodas que servem aos pacientes do Hospital Geral Clériston Andrade estão amarradas de ataduras e esparadrapos"... "Homens e mulheres disputam o mesmo banheiro. É um absurdo, que misturem as pessoas dessa forma".
Lulinha reconhece que no tempo em que mandava no hospital a situação não era diferente, ao afirmar que "os corredores da unidade continuam super lotados. Não melhorou nada".
Mais Lulinha no site da
ASCOM

Nenhum comentário:
Postar um comentário