O Datafolha, fundado em 1983,
questiona desde 1987 se os eleitores consideram o governo do presidente da
República ótimo ou bom, regular, ruim ou péssimo. Desde então, a avaliação dos
mandatários flutuou principalmente de acordo com o desempenho na economia,
escândalos de corrupção e crises de segurança pública.
O ambiente de polarização e as
mudanças na dinâmica de consumo de informações também são apontados como
fatores que achataram o limite de aprovação de um presidente. Há, agora, mais
eleitores convictos contra ou a favor de um mandatário, o que dificulta o
avanço a índices muito altos de popularidade, como os vistos entre 2010 e 2013.
“Após 2014 nenhum presidente
conseguiu atingir índices de avaliação positiva superior a 42%. Certamente a
polarização contribui”, diz Luciana Chong, diretora do Datafolha. Mais.

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