Os partidos do chamado “Centrão” caminham para formalizar
posição de neutralidade nas eleições presidenciais deste ano, nas convenções
realizadas até 5 de agosto. A prioridade será investir recursos e esforços
nas eleições ao Congresso Nacional. Assim, as legendas ficarão fora dos
palanques do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
e do senador Flávio
Bolsonaro (PL).
Muitos dos partidos, inclusive, foram cortejados pelos dois
lados dos presidenciáveis que estão à frente nas pesquisas. Algumas legendas
até mantêm espaços na Esplanada dos Ministérios do Governo Lula, mesmo que,
após a desincompatibilização, os cargos em primeiro escalão tenham reduzido de
forma significativa. Mais.

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