A guerra do Irã não gera grandes
riscos de desabastecimento de combustíveis no país, mas joga pressão sobre a
Petrobras diante da escalada das cotações internacionais do petróleo no
primeiro dia útil após o início do conflito.
A estatal já vinha operando desde
meados de 2025 com elevadas defasagens no preço do diesel e poderá ter que
anunciar reajustes caso as cotações internacionais permaneçam no patamar atual
por mais tempo, segundo especialistas.
Na abertura do mercado desta
segunda-feira (2), o preço do combustíveis nas refinarias da estatal estava R$
0,73 por litro abaixo da paridade de importação calculada pela Abicom
(Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis). Mais.

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