Todos os dias, o pequeno comércio
se instala ao redor da estação Vila Madalena, na zona oeste da capital
paulista. Em meio à maré humana, um estabelecimento chama a atenção: a Casa
Marx, espaço cultural com livraria, sebo, café e brechó, dedicado a difundir o
pensamento de esquerda. Funciona ali também a sede do Faísca Revolucionária,
coletivo de jovens anticapitalistas, atuante em 15 países.
“O termo anticapitalista tenta dar
conta de diversos fenômenos relacionados ao sentimento de que o sistema atual não
oferece mais esperança para nós”, diz Pedro Ferreira, 26, líder do grupo, nos
fundos da casa, de paredes cobertas por lambe-lambes, com gravuras de Vladimir
Lênin e de Leon Trótski. Mais.

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