O enfrentamento ao narcotráfico
passa por controle maior das fronteiras, mas as Polícias Federal e Rodoviária
Federal têm baixo efetivo e enfrentam falta de recursos, e o Exército
brasileiro se nega a fazer um trabalho integrado mais efetivo. A avaliação é da
diretora-executiva do Fórum de Segurança Pública, Samira Bueno. Ela destaca que
o Brasil faz fronteira com os três maiores produtores de cocaína do mundo –
Colômbia, Bolívia e Peru – e se transformou em hub de distribuição de droga ao
mundo.
“O Exército Brasileiro se recusa na
prática a trabalhar de forma integrada com forças locais de segurança para barrar
entrada desses ilícitos e fazer controle mais efetivo de fronteira”, disse.
Procurado, o Exército disse que não comenta declarações de terceiros. Mais.

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