O líder do PL na Câmara, Sóstenes
Cavalcante (RJ), afirmou que o presidente da Casa, Hugo Motta
(Republicanos-PB), mentiu ao afirmar que barrou a indicação de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) à liderança da
minoria por razões técnicas. De acordo com o deputado carioca, o chefe da
Câmara entrou em contato após o governo dos Estados Unidos anunciar novas
sanções a autoridades brasileiras e informou que a manobra para salvar o
mandato do seu colega de bancada seria desmantelada.
“Ontem, depois de colocada
a Lei Magnitsky na esposa de Moraes, recebi uma ligação de Motta, falando que ele não
poderia mais cumprir o compromisso porque ‘o tom ficou muito acima da média’.
Ele não me afirmou, mas fico entendido que foi por retaliação que o que
aconteceu com a família [do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de
Moraes]”, afirmou Sóstenes Cavalcante nesta terça-feira (23/9). Mais.

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