O escândalo do INSS e a perspectiva
de instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o caso
alteraram os planos do presidente Luiz Inácio Lula da
Silva, que antes apostava em 2025 como “o ano da colheita”. A crise fez com que
o Palácio do Planalto sofresse um revés na busca por melhores índices de
popularidade do governo, forçando um reposicionamento na estratégia de
comunicação e levando o petista a uma dependência cada vez maior de novas
medidas para se conectar com a população e chegar bem na próxima eleição,
quando pretende tentar o quarto mandato. Mais.

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