Por Fernando Brito
Luís Roberto Barroso esticou o quanto pôde seu voto – durou
mais de 1 hora e meia! – para levar ao encerramento da sessão do STF sem que
Rosa Weber pudesse votar na sessão de hoje.
O voto da ministra é considerado o decisivo, por conta de
seu comportamento na votação do Habeas Corpus de Lula, no qual ela declarou sua
adesão à tese de que não seria constitucional a prisão antes do trânsito em
julgado das sentenças condenatória mas votou contrário à concessão, diz ela, para
não mudar jurisprudência e “homenagear o colegiado”.
Mais tempo, portanto, para “embargos auriculares”, aqueles
onde os cochichos formam convicção jurídica. MAIS


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