A partir de julho deste ano, Curitiba, a oitava maior cidade
do Brasil, com 2 milhões de habitantes e 1,4 milhão de eleitores, não terá mais
um jornal impresso, com a decisão da Gazeta do Povo de se concentrar apenas na
produção digital; este movimento antecipa uma onda que atingirá todas as
capitais do País, colocando em risco a sobrevivência impressa de títulos como
Correio Braziliense, Zero Hora, Estado de Minas e até mesmo Globo, Estado de S.
Paulo e Folha de S. Paulo; embora faça todo o sentido econômico, a morte das
edições impressas traz um risco gigantesco para a mídia tradicional, que é a
matar a sua presunção de influência
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