terça-feira, 5 de janeiro de 2016

ENQUANTO O SUPREMO HIBERNA, CUNHA APRONTA

Por Fernando Brito
  
É que o Ministro Ricardo Lewandowski estava de plantão no Supremo e desarmou a armação, da qual a gente ficou sabendo hoje pelo Estadão.

Na guerra pelo comando do PMDB, o Governador do Rio, Luís Fernando Pezão, convocou, como é seu direito, um deputado da coligação formada nas eleições do ano passado para assumir uma Secretaria e, com isso, abrir vaga para que Atila Nunes, suplente do partido, assumisse.

Coisa mais que corriqueira na política.


Só que o Eduardo Cunha, interessado – junto com Michel Temer, assinale-se – em deter o controle da bancada peemedebista, recusou-se a dar posse ao suplente Átila Nunes sob o argumento de que ele é vereador no Rio de Janeiro e, portanto, não poderia assumir a menos que renunciasse ao mandato.

Cunha, mesmo com o seu recente implante capilar, está careca de saber que pode.

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