O empresário J.Hawilla, sócio da Globo e peça central no
escândalo que derrubou a cúpula do futebol mundial, cobrou US$ 30 milhões de
propina no acordo negociado entre a Nike e Ricardo Teixeira, para que o logo da
empresa esportiva pudesse estampar a camisa da seleção brasileira; a denúncia
está na edição desta sexta-feira do jornal americano The Wall Street Journal; "Ficamos
um pouco surpresos com a política do futebol e de como os negócios são feitos
nesse mundo", disse Philip Knight, um dos fundadores da empresa; "de
certa forma, é o mais político de todos os esportes"
sexta-feira, 5 de junho de 2015
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