Pelo menos 53 universidades
federais enfrentam greves totais ou parciais de funcionários em todas as
regiões do País. O movimento atinge instituições importantes, como a
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a maior federal do País, e a
Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), mas não é uniforme. No Ceará, por
exemplo, as universidades federais não aderiram ao movimento. Na Universidade
Federal do Rio Grande do Norte, apenas 10% dos servidores estão de braços
cruzados.
O levantamento foi atualizado pela
Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativos em
Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra) no último fim de
semana. Os servidores afirmam que o governo federal não cumpriu parte do acordo
celebrado com a categoria em 2024. Mais.

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