No Brasil, o fato de um paciente oncológico ter direitos assegurados em lei
não significa que vai conseguir acessá-los no tempo certo, seguindo orientações
claras e de forma efetiva. Ao contrário, a pessoa que busca tratamento
precisará enfrentar verdadeiras batalhas para exercer direitos já estabelecidos
como a garantia de acesso ao relatório médico (fundamental para a concessão de
benefícios), ao prontuário, aos laudos de exames, a informações que esclareçam
os rumos e perspectivas do tratamento e a uma equipe multidisciplinar, entre
outras necessidades.
Esse é o retrato da realidade
brasileira de acordo com a pesquisa “Direitos conquistados mas não
garantidos: o que os pacientes têm a dizer sobre isso”, realizada pelo
Instituto Oncoguia e que será divulgada durante a 16ª edição do Fórum
Nacional Oncoguia, que ocorre nos dias 7 e 8 de abril, nesta semana em que se
celebram o Dia Mundial da Saúde (7/4) e o Dia Mundial do Combate ao Câncer (8/4). Mais.

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