A decisão do presidente do
Senado, Davi
Alcolumbre (União-AP), de marcar
para 10 de dezembro a sabatina de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) reduziu
o tempo de articulação política do advogado-geral da União com senadores. O
prazo apertado complica o processo de corpo a corpo do indicado à Corte com os
parlamentares que decidirão seu futuro.
O intervalo de pouco mais de duas
semanas, considerado curto mesmo em cenários amistosos, tende a limitar a
capacidade de Messias de construir apoios em um ambiente, hoje, marcado pelo
mau humor com o Planalto e pelo descontentamento com sua indicação. Mais.

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