Era o fim de
uma segunda-feira em Milão, na Itália. Tavinho Camerino (@tavinhocamerino)
chegava para essa entrevista exausto, mas com voz de quem estava realizado.
Cheio de contatos feitos no Salão Satélite, evento paralelo ao Salão
Internacional do Móvel de Milão, fez parte da curadoria de Marva Griffin e
sabia: tinha chegado a um lugar especial.
Suas peças chamaram atenção por carregarem a história artesanal de famílias alagoanas, suas raízes. Um investimento alto, sim, mas valioso para sua trajetória. Em meio ao mar de invencionices feitas de impressão 3D, Tavinho chamava atenção pela aposta no trabalho manual, à mira de lojistas do mundo inteiro. Contudo, não foi fácil chegar a essa cena. MAIS




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