“A gente vai resistir
e ocupar até a saída dele [Temer], porque toda juventude não reconhece esse
governo como legítimo. Além disso, criticamos a proposta da escola sem partido,
uma mascaração, que consideramos uma lei da mordaça, porque querem coibir os
estudantes, caçar os grêmios estudantis, os DA's [Diretórios Acadêmicos] e
DCE's [Diretórios Centrais de Estudantes]”, afirmou o estudante Denilson
Santos, do ensino médio da Escola do Subúrbio, em Salvador.
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