Por Fernando Brito
Temer disse ontem ao Estado de S. Paulo que vai “desidratar
essa coisa do Centrão”.
Se é que ainda há “Centrão”, pois está evidente que ele
deixou de existir com o óbito político – falta o sepultamento – de seu líder e
unificador Eduardo Cunha.
Depois tento consertar, como bem registrou o Diário do
Centro do Mundo, apenas para efeito público.
Porque quem tinha de entender, já tinha entendido.
Primeiro, os deputados do Centrão, que não vão mais negociar
senão no varejo ou nos pequenos aglomerados que se formarão.
O líder do Governo, André Moura, reduziu-se ao que se viu na
eleição do Presidente da Câmara. Isto é, nem se viu.
Segundo, Eduardo Cunha, que experimentou a durabilidade do
acordo firmado com ele no Palácio do Jaburu.
Brinquedo de criança “made in China” dura mais.


Nenhum comentário:
Postar um comentário