Por Fernando Brito
Como tudo o que diz, ficou evidente a falsidade das
declarações de Michel Temer de que não
interferiria na eleição da Câmara dos Deputados.
Está agindo a todo vapor para garantir a eleição do
complicado Rogério Rosso e que seu adversário no segundo turno da disputa seja
Rodrigo Maia, o que o não o obrigará a manter a inexistente “equidistância” na
escolha.
E que uma parcela de sua base, que Maia representa – ou para
a qual parece como alternativa ao apoio ao “Centrão” – que já ficou chupando
dedo na escolha do líder governista, que passou às mãos de André Moura,
cunhista de quatro costados.
Esta está sendo uma noite de muitas pressões e promessas.


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