"Nos últimos dez dias, Globo, Folha e Estadão
republicaram antigos vazamentos da Lava Jato contra o ex-presidente Lula.
Notícias velhas foram requentadas e servidas como carne fresca a quem perdeu a
memória dos desmentidos: uma sede do Instituto Lula que nunca existiu, uma
rodovia na África e o acervo que Lula tem de guardar por força da lei. Isso se
chama publicidade opressiva, violência inerente ao estado de exceção e
essencial aos 'julgamentos pela mídia'", afirma o jornalista Ricardo
Amaral, em artigo; para ele, "não pode ser coincidência. A ofensiva dos
vazadores e seus repórteres amestrados segue-se à ação da defesa de Lula, que
levantou a suspeição de Sérgio Moro para julgá-lo", além do Datafolha; a
pesquisa em que "Lula só cresceu", diz ele, "ajuda a entender a
ofensiva"
domingo, 17 de julho de 2016
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