Apontado como "terrivelmente evangélico", o
advogado-geral da União, André Luiz de Almeida Mendonça, não rejeita o título
que, aos olhos de Jair Bolsonaro (PSL), o credencia para a próxima vaga no STF
(Supremo Tribunal Federal). Para o advogado, o rótulo foi atribuído pelo
presidente da República para afirmar que ele é "verdadeiramente e
genuinamente evangélico".
Mendonça ganhou destaque no noticiário depois que o próprio
Bolsonaro cogitou a indicação de seu nome ao Supremo e disse que ele se
encaixava na definição "terrivelmente evangélico". Com 46 anos e 19
deles como advogado da União, o preferido do presidente é também pastor da
Igreja Presbiteriana Esperança e diz ser formado em teologia, apesar de não ter
diploma válido pelo MEC e ocultar essa graduação de seu currículo. MAIS


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