terça-feira, 16 de julho de 2019

MAIS DO QUE NINGUÉM, ELES VIVEM DA CORRUPÇÃO


Por Gilberto Maringoni
Mais do que ninguém, Moro, Dallagnol e os jagunços togados de Curitiba vivem da corrupção. Precisam dela como o ar que respiram, como a água que lhes mata a sede e como o prato de comida que acaba com suas fomes. É a corrupção grossa e farta que lhes dá sentido à vida.

Sem corrupção, grossa, farta e porca, Moro, Dallagnol e seus pistoleiros dos tribunais seriam nada, ninguém, zero. Seriam farrapos humanos tristes, perdidos e infelizes.

Todos os dias, Moro, Dallagnol e os milicianos judiciais despertam, levantam e se ajoelham ao pé da cama, agradecendo ao Papai do Céu a graça alcançada por viverem em meio à corrupção grossa, farta e nauseabunda.

Se todos vivessem num mundo em que existisse justiça, democracia e bem-estar, com renda dividida e comida na mesa, Moro, Dallagnol e os caçadores de recompensas dos data vênia seriam zés-ruelas. Passariam despercebidos como fiapos de gente medíocre, sem metafísica e sem ideias. MAIS

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