"Se o capricho presidencial persistir, o caso Eduardo
Bolsonaro deve chegar ao Supremo, onde há uma súmula antinepotismo, embora
exista a brecha de embaixador ser considerado cargo político. A melhor
alternativa é o Senado, em que candidatos a embaixador são sabatinados, cumprir
sua função republicana e não decidir preocupado com sobrenomes", diz
editorial do jornal. MAIS
sexta-feira, 19 de julho de 2019
Assinar:
Postar comentários (Atom)


Nenhum comentário:
Postar um comentário