Por Mauro Santayana, em seu blog
12 de agosto de 2016 Carlos Eduardo
O fascismo vive, historicamente, de grande absurdos e de um
processo crescente, paroxístico, de negação da realidade, que troca a verdade
por um determinado paradigma mítico que a substitui na mentalidade dos povos,
levando-os a cometer supremas imbecilidades.
O movimento que levou Mussolini ao poder, baseava-se, entre
outras coisas, na ideia de que um dos povos mais misturados do planeta, nos
últimos dois mil anos, o italiano, situado no encontro de todas as esquinas do
mundo - a África e a Europa, o Oriente e o Ocidente, o Leste e o Oeste - fosse
descendente puro dos romanos - já então miscigenados de escravos e bárbaros por
gerações - que habitaram a Península Itálica há 2.000 anos.


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