Ao devolver as investigações do escândalo do INSS (Instituto
Nacional do Seguro Social) para o ministro André Mendonça, mas manter consigo o
caso Master por mais 90 dias, o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal),
Edson Fachin, buscou um meio-termo que não provocasse mais um capítulo de
erosão interna na corte.
A decisão, entretanto, agradou mais ao grupo de Mendonça -que
voltou a poder despachar no processo das fraudes previdenciárias, com
possibilidade ainda em aberto de retomar a relatoria do Master no futuro do que
a aliados do ministro Alexandre de Moraes, que defendem a redistribuição
imediata e definitiva do caso para outro ministro. Mais.


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