Cargos e verbas do Orçamento viram ‘ímã’ para presidente
eleito atrair aliados; partidos do Centrão, base de Bolsonaro, mostram
disposição de diálogo com novo governo.
Seis dias após ser eleito presidente, Luiz Inácio Lula da
Silva (PT) encontra hoje um cenário bem diferente daquele previsto por líderes
da Câmara e do Senado. Embora o resultado das urnas indique que o Congresso
terá maioria conservadora, o pragmatismo da política dá sinais de que cargos e
verbas do Orçamento atuarão como ímã para Lula atrair aliados. Mais.

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