Por Fernando Brito
O salto (5%) da Bolsa de Nova York, hoje, tem poucas chances
e se sustentar.
Ele foi animado pelo aceno do Federal Reserve – replicado,
horas de pois, por um comunicado do FMI e do Banco Mundial, de que se poderiam
adotar medidas de expansão do crédito e mesmo de empréstimos a governos para
financiar o combate ao coronavírus.
Natural, dinheiro é seu alimento e nada melhor que ser
vendido barato.
O passo seguinte, porém, é o corte de impostos. Isto é, a
transferência de renda pública para bolsos privados. MAIS


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