segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

"FINA ESTAMPA" - CENAS PARA ESTA SEGUNDA, 2

A casa de Griselda (Lilia Cabral) está em chamas. Todos conseguem se salvar menos Amália (Sophie Charlotte), para desespero de sua mãe. Os bombeiros não chegam, mas Rafael (Marco Pigossi) surge e salva a amada. A cena deve ir ao ar na segunda (2/1/12)

domingo, 1 de janeiro de 2012

IMAGENS DA PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF EM 2011

Domingo, 1 de janeiro de 2012 No Blog do Planalto

PRÉ-VESTIBULAR RETORNA ÀS ATIVIDADES EM JANEIRO

53 alunos aprovados na Uefs, dois na Uneb e um na Ufba
As aulas do Pré-Vestibular Cidadão, oferecido gratuitamente pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Sedeso), vão retomar no dia 9 de janeiro de 2012. Entre os dias 9 e 27 do próximo mês, os 190 estudantes terão revisão para o vestibular da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), que acontece entre 29 e 31 de janeiro. AQUI

DADOS PARA UMA FUTURA BIOGRAFIA DE SERRA

Serra e o governador Franco Montouro


Enviado por luisnassif, dom, 01/01/2012 - 12:00
Autor:
Por Luiz Cezar
Lembro quando vi Serra pela primeira vez. Sempre sisudo junto à portinhola da cozinha em que a simpática Dona Raimunda fazia passar seu café logo depois do almoço no segundo andar da faculdade de economia, portava-se como personalidade a espera de um pedido de autógrafo.
Usava uma invariável jaqueta marrom com detalhes em couro e os poucos cabelos puxados a brilhantina. A expressão de permanente descontentamento a quem tudo parecia desagradar, vez ou outra se desfazia em reação receptiva a eventuais festejos de bajuladores que já naquele tempo acompanhavam-no.
Visto à distância não transparecia estar agradecido pelo emprego que João Sayad e Montoro Filho arrumaram-lhe na FIPE quando desembarcou com uma mão atrás e outra na frente vindo do exílio auto-imposto no Chile. Aparecia pouco na Universidade e naqueles inícios dos anos 80 de empregos escassos víamos com certa estranheza o modo fácil como ganhava seu dinheiro.

SRVIÇOS DE ILUMINAÇÃO NA SEDE E ZONA RURAL

Manutenção de 31 pontos já executados em Humildes


A Secretaria de Serviços Públicos, através do Departamento de Iluminação Pública, realizarou a manutenção dos pontos de iluminação no distrito de Humildes na última semana, obedecendo ao critério de programação da zona rural. Até o momento o departamento já executou a manutenção de 31 pontos de iluminação no distrito. MAIS

FILHO DE LÚCIA FLECHA DE LIMA VAI PEDIR PARTICIPAÇÃO NA HERANÇA DE ACM

Unic Building
Luiz Antônio Flecha de Lima, o Tota, filho da ex-embaixatriz Lúcia Flecha de Lima, vai pleitear participação na herança do ex-senador Antônio Carlos Magalhães (ACM), morto em 2007. Em 2009, a Justiça negou o pedido de confirmação da paternidade do ex-senador, formulado pela ex-embaixatriz. Além disso, a briga pelo espólio dos Magalhães tem ainda um processo de reconhecimento de paternidade formulado por um suposto filho do ex-deputado Luís Eduardo Magalhães, morto em 1998.

(Com informações da revista Poder de Joyce Pascowitch/ Thiago Ferreira) Em Política Livre

A FORÇA DOS IDOSOS



Os brasileiros que romperam a barreira dos 60 anos estão ativos como nunca e com dinheiro no bolso para consumir produtos e serviços de alta qualidade. Esse contingente de 20,5 milhões de pessoas já gasta R$ 360,3 bilhões por anoNotíciaGráfico
Esqueça a imagem do velhinho encarquilhado que dedica a vida a conversar com os filhos e netos, caminhar pela quadra e jogar dominó com os amigos. No Brasil que desponta como uma das potências econômicas do século 21, um novo padrão de envelhecimento está em curso. Muito distante da resignação com que os idosos do passado se afastavam do mercado de trabalho e da vida social, hoje, os que rompem a barreira dos 60 anos estão ativos como nunca. Saudáveis e com dinheiro no bolso, eles consomem de tudo, viajam o mundo, conectam-se às redes sociais, vão ao cinema e às festas, abrem empresas, fazem investimentos arriscados e movimentam academias de ginástica e o segmento de beleza.....
Mais informações »

SEM SURPERSTIÇÃO! LUCIANA GIMENEZ PASSA O ANO NOVO DE PRETO

Apresentadora postou a imagem no Twitter.
Do Ego, no Rio
Luciana Gimenez mostrou que não é nada supersticiosa. A apresentadora passou o reveillón 2012 com um vestido preto. A apresentadora passou a virada do ano em Nova York e postou a imagem no Twitter.

JULIANA PAES DEIXA FESTA DE ANO NOVO DESCALÇA

Do Ego, no Rio Pelo visto, Juliana Paes se esbaldou na noite do réveillon. A atriz deixou a festa promovida por um hotel na Zona Sul do Rio, por voltas das 5h da manhã, descalça e carregando a sandália. EGO Juliana Paes abrindo a porta do carro Juliana Paes entrando no carro


Juliana Paes no início da festa com o marido (Foto: Thyago Andrade /Photo Rio News)
E umas horinhas mais tarde com o promoter David Brazil (Foto: Reprodução / Twitter)

CONCURSOS PREVISTOS PARA 2012 DEVEM OFERECER 43 MIL VAGAS

Banco do Brasil, Caixa e Petrobras confirmaram que farão seleções.Polícias Federal e Rodoviária Federal tiveram 2,7 mil vagas autorizadas.
Marta CavalliniDo G1, em São Paulo
O número de vagas previstas em 2012 em órgãos de nível federal e estadual, além de capitais, chega a 43,2 mil, segundo levantamento feito pelo G1, sem contar as instituições que lançarão concursos para cadastro de reserva, isto é, quando os aprovados são chamados conforme a necessidade do órgão, como é o caso do Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.
Entre as vagas levantadas estão cargos que foram criados e oportunidades que já foram autorizadas ou aguardam autorização dos respectivos órgãos competentes. Leia aqui

MEMÓRIAS ARTISTAS FEIRENSES - PEDRO ROBERTO

Pedro Roberto a esquerda com o jornalista Oydema Ferreira (centro) e o ator global Rubem Di Falco, nos áureos tempos do Clube de Campo Cajueiro

No primeiro trimestre do ano que está começando, a Fundação Carlo Barbosa vai promover o lançamento de álbuns do projeto Memórias - Artistas Feirenses, que enfocará Pedro Roberto, que há seis anos partiu para o "andar de cima".

Vitimado por um câncer em São Paulo onde atuava há anos do SBT, Pedro Roberto e voltou para Feira de Santana em dezembro de 2004, depois de ter se submetido a uma delicada cirurgia. Aqui, ao mesmo tempo que fazia tratamento de quimioterapia e radioterapia, realizou a que seria sua última exposição, "Faces", de desenhos, na Galeria de Arte Carlo Barbosa.

Em setembro de 2005, com o recrudescimento da doença, voltou para São Paulo, onde faleceu em 1º de janeiro de 2006. Seu corpo veio para Feira de Santana e depois de ser velado na Capela do HDPA foi sepultado no Cemitório Piedade no dia 2.

Além Pedro Roberto a Fundação Carlos Barbosa enfocará também Marcus Morais (foto abaixo), outro artista feirense falecido prematuramente.

LÍLIA CABRAL E CHRISTIANE TORLONI COMEMORAM O ANO NOVO EM COPACABANA

Atrizes brindaram a chegada de 2012 de frente para o espetáculo de fogos na zona sul
iG Rio de Janeiro 01/01/2012 01:32
Lília Cabral e Christiane Torloni foram algumas das famosas que comemoraram a chegada de 2012 no hotel Copacabana Palace, zona sul do Rio de Janeiro. Adriana Birolli, Cris Vianna e Monique Alfradique também acompanharam a queima de fogos de 16 minutos em Copacabana.







RÉVEILLON DE COPACABANA RECEBE O TÍTULO DE O MELHOR DO MUNDO

O secretário de Turismo do Município do Rio de Janeiro, Antonio Pedro Figueira de Mello, recebeu o prêmio internacional World Travel Guide AQUI

MEGA-SENA DA VIRADA SAI PARA CINCO APOSTADORES

Prêmio de R$ 177,6 milhões será dividido para os bilhetes de Ceará, São Paulo, Pará, Minas Gerais e Distrito Federal



A Mega-Sena da Virada 2011, sorteada neste sábado (31), saiu para cinco apostadores. Os bilhetes sorteados são do Ceará, São Paulo, Pará, Minas Gerais e Distrito Federal. Os ganhadores irão dividir um dos maiores prêmios da história das loterias da América Latina.
Cada um dos vencedores vai receber R$ 35,5 milhões.As apostas que acertaram a Mega da Virada são das cidades de Russas (CE), Mauá (SP), Belém (PA), Carmo do Cajuru (MG) e Brasília (DF).
Confira as dezenas sorteadas do concurso 1.350: 03 - 04 - 29 - 36 - 45 - 55
954 apostadores acertaram a quina e levaram R$ 33.711,30 cada um. Outras 85.582 apostas acertaram a quadra e ganharam R$ 536,83 cada.A Mega da Virada pagou R$ 177.617.487,62. A arrecadação deste ano foi recorde, R$ 549,3 milhões, contra R$ 472 milhões, em 2010, e R$ 435 milhões, em 2009. Ao todo foram vendidos 88 milhões de bilhetes.
O dinheiro pode render ao ganhador mais de R$ 1 milhão ao mês ou mais de R$ 36 mil por dia, se aplicado na poupança. A bolada é suficiente para comprar mais 888 casas no valor de R$ 200 mil, ou 7,5 mil carros populares.
Em 2010, a Mega-Sena da Virada pagou o maior prêmio da história das loterias na América Latina. Na ocasião foram sorteados R$ 194,3 milhões. Quatro apostadores acertaram os seis números e dividiram a bolada. (Bol)

TÚNEL DO TEMPO - LEMBRANÇAS DO FLU DE FEIRA, HOJE COMPLETANDO 71 ANOS

O Fluminense e as glórias do passado

O Fluminense foi fundado numa quarta-feira, 1º de janeiro de 1941. Mas somente em 1944 começou a participar do campeonato feirense de amadores, sendo campeão nos anos de 1947, 1949, 1950 e 1953.

Este último valeu a conquista do tricampeonato, pois em 1951 e 1952 o certame não foi realizado.

Em 1954 com o vereador Wilson Falcão da UDN na presidência (tinha mais dois edis na diretoria – Colbert Martins do PSD e Walter Ninck Mendonça do PR), o clube passou a integrar como único do interior, a divisão de profissionais da Federação Baiana de Futebol.

Somente em 1967, com a estadualização do certame foram incluídos outros clubes do interior - Itabuna, Ilhéus, Conquista, etc e mais um desta cidade, o Bahia de Feira.

No período entre o seu ingresso no profissionalismo e a estadualização (1954/1967) soube dignificar o futebol interiorano.

Já em 1956 foi vice-campeão depois de uma “melhor de três” com o E. C. Bahia e em 1958 foi eleito “melhor clube” do ano pela associação dos cronistas baianos, a ABCD.

Com um elenco inesquecível, origem de muitos talentos, em 1960 e 1961 foi bicampeão na categoria de “aspirantes”.

Em 1963, com o campeonato entrando no ano seguinte, conquistou o primeiro titulo de campeão baiano, outra fez numa disputa “melhor de três” com o tricolor “esquadrão de aço”.

Campeão, ganhou o direito de representar o Estado na Taça Brasil. Calouro, não foi feliz, pois mesmo vencendo o Ceará por 2x1 na estréia, perdeu o jogo seguinte, forçando um uma terceira partida no campo do adversário, sendo desclassificado.

Com a estadualização em 1967 e a inauguração no ano anterior de um estádio mais moderno, (o “Jóia”, em 13 de novembro de 1966) o clube ganhou defnitivamente mando de campo e o apoio mais presente da fiel e aguerrida torcida, ainda hoje seu patrimônio maior.

Em 1968 foi outra vez vice-campeão e um novo título em 1969 depois de uma longa campanha (32 jogos e apenas três derrotas) marcada por “catimbas” dos adversários, dentro e fora de campo.

Em 1970 as reformas na Fonte Nova, levando os jogos da capital para o acanhado “Campinho da Graça” contribuíram para a fraca campanha do clube.

Mas em 1971 retornou com força total e outra vez chegou ao vice campeonato e em nova disputa com o Bahia.

Ainda em 1971 uma honrosa participação no Torneio da Integração, em Goiás, merecendo elogios da crônica especializada daquele Estado.

Uma “crise aguda” em 1972 colocou o clube na UTI, de onde só saiu, mesmo assim capengando, graças a abnegação de jovens torcedores, como Gersinho Filho da Chevrolet, Cosme Xavier contador, Adolfo Silva da Dislar, Gildarte Ramos do teatro, Gileno Lima da livraria, Alcione Cedraz da Prefeitura e poucos veteranos como Ariston Carvalho e o promotor Samuel Oliveira, apoiados e estimulados pela imprensa falada e escrita da cidade.
Em 1973, ano da emancipação política da cidade, o livro “A História do Fluminense de Feira – 1954/1972”, de autoria deste blogueiro, com prefácio de Hugo Navarro e capa de Juracy Dórea, narrando sua trajetória, serviu para manter o clube vivo, mas sem repetir os feitos do passado, quando era tido como o “Santos do futebol baiano”, alusão ao fato do clube de Pelé ser uma das maiores forças do futebol paulista, mesmo com origem no interior.

A propósito, a Fundação Senhor dos Passos, através do seu “Núcleo de Preservação da Memória Feirense” e por iniciativa do tricolor Carlos Alberto Brito, está reeditado o livro.

Como o original, do conhecimento de poucos, pois foi lançado há 39 anos, acredita a fundação que conhecendo melhor o papel e a importância do Fluminense para a Feira de Santana, todos darão as mãos para que como acontecia no passado, torcedores do clube e desportistas de um modo geral possam também cantar como nos velhos tempos:

Avante, avante, Fluminense! É hora, é hora, queremos mais um gooooooool...

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O ingresso no profissionalismo




Dirigente do Fluminense, Osvaldo Torres participou da reunião do Conselho Arbitral da Federação que decidiu por convidar a cidade princesa para participar da divisão de profissionais.

No retorno anunciou que a FBF sugeriu a fusão dos principais times amadores da cidade. Surgiria da fusão uma nova equipe, como o nome de Feira, mas mantendo as cores do Fluminense.

Em que pese a posição favoravel do Flamengo pelo seu diretor Enádio Morais (mais tarde ele seria dirigente do Flu profissional) a ideia não vingou porque outros grandes times da cidade, entre eles o rival Bahia de Feira não concordaram.

Ante o impasse a FBF definiu pelo Fluminense e suas cores. Convite aceito, a Assembleia Geral do clube proclamou o Conselho Deliberativo para a nova realidade, tendo na presidência o desportista Manuel Contrelas (foto acima), que em Feira era gerente da Companhia de Cigarros Souza Cruz.

O Conselho Deliberativo, por sua vez, elegeu o novo Conselho Diretivo presidido pelo médico e vereador Wilson da Costa Falcão (foto abaixo).

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O primeiro jogo como clube profissional


Foi em 1954, 6 de junho, que caiu num domingo.

Estreou no estádio Otávio Mangabeira, na época também conhecido como "Fonte das Pedra, depois Fonte Nova.
Enfrentou a poderosa equipe do Esporte Clube Vitória, o "Leão da Barra" que colocou em campo o que tinha de melhor no plantel, craques renomados como Nadinho,Valvir, Alirio, Porunga, Eloi, Joel, Quarentinha, Juvenal e outros.

Primeiro tecnico do Fluminense profissional, Durval Cunha, para enfrentar o rubronegro, distribuiu as onze camisas com seguinteso atletas:Batista, Augusto, Julio, Elias I e Edinho; Zezinho e Hosanah; Maneca, Pelucio, Alfredo e Elias II.

Para surpresa da grande maioria o Fluminense arrancou um empate - 1a1, gol de Alfredo, pai de Jair Cezarinho, cobrando falta de fora da área.

A propósito, até a cronica esportiva da capital criticou a atuação do árbitro Francisco Moreno, que prejudicou o Flu, ao longo dos 90 minutos

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Fluminense tri campeão feirense


O Fluminense ingressou no profissionalismo com o titulo de campeão feirense de amadores, conquistado no domingo 2 de janeiro ao vencer o Bahia de Feira pelo placar de 3x1.

Inesquecivel aquela tarde que agitou toda cidade - a ladeira do Nagé principalmente, antes e depois da "refrega" (como se dizia na época). Já no campo, nas brigas ou "sururu" entre torcedores, muitos "guarda-chuva" (ou seria "guarda-sol") quebrados e chapéus palhinha voando sobre os alambrados do velho campo.
A escalação dos dois times no jogo decisivo: Bahia, o “bicho papão” colocou em campo China, Lipinho e Buieiro, Valter, Tote e Juvenal; Alegre, Dário, Jorge de Barros, Mário Porto e Guri. Já o Fluminense, o “touro do sertão” escalou Batista, Tutú e Juarez; Elisio, Edinho e Elias; Zequinha, Alfredo, João Macedo, Pelúcio e Alberto.

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A cidade tem as cores do Fluminenese



Errado dizer que o Fluminense tem as cores da cidade na sua bandeira. Na verdade a cidade é que tem na sua bandeira as cores do Fluminense.

Quando desportistas feirenses, entre eles membros da Familia Falcão, fundaram o Fluminense, adotaram o verde, vermelho e branco do Fluminense do Rio de Janeiro. Foi em 1º de janeiro de 1941.

Só 25 anos depois, pela Lei 507 de 19 de dezembro de 1966, sancionada pelo prefeito Joselito Amorim, foi instituida a Bandeira de Feira de Santana, que ganhou as cores do tricolor feirense.

A propósito, quando o Bahia de Feira, por determinação da FBF passou a ser Feira Esporte Clube pois já existia o Bahia de Salvador, não foi possivel o representante feiresnse adotar as cores da cidade, como seria o correto.

Por isso, nas camisas, nas bandeiras e outras peças, o Bahia de Feira adotou o vermelho e amarelo encontrados no simbolo da antiga Diocese de Feira de Santana

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1963 - O primeiro titulo de campeão


A Fonte Nova estava superlotada para o terceiro e último jogo decisivo pelo campeonato de 1963 entre Fluminense e Bahia, pois houve empates nas duas partidas anteriores.

O clube feirense voltava a disputar o título depois de sete anos contra o mesmo Bahia, na época penta-campeão.

O "esquadrão de aço" fez o primeiro gol por intermédio de Biriba, aumentando o nervosismo da torcida feirense e a convicção do torcedor da capital que o Bahia chegaria ao hexa-campeonato.

Nas quatro linhas o Fluminense mantém a tranquilidade; Carlinhos se agiganta fora de sua posição real; Ary acalma os menos experientes; Dagoberto diz para si que nunca passou um ano sem ser campeão; Ninoso (foto), o capitão, sonha erguer a taça cobiçada.

Surge o empate, minutos depois o gol da vitória e logo em seguida o apito final.

A torcida invade o gramado, os radialistas Lucílio Bastos e José Malta Silva são vistos com uma enorme faixa. Jogadores chorando, jogadores rezando, jogadores carregados, diretores abraçados, delírio da torcida, carnaval nas arquibancadas e gramado da Fonte Nova.

Fluminense campeão!
Ninoso - o capitão do título

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1969 - Campeão baiano pela segunda vez

Ao relembrar o que foi o ano de 1969 para o Fluminense o torcedor tricolor não faz o mínimo comentário sobre os grandes amistosos contra Flamengo do Rio, Bangu, Portuguêsa carioca e tantos outros.
Importante mesmo em 1969 foi o segundo título de campeão baiano depois de quatro longos e defíceis turnos, todos eles conquistados pelo tricolor feirense, que se deu ao luxo de garantir o título quase dois meses antes do encerramento do campeonato.
Ao todo foram 31 jogos, apenas e resultados negativos, nenhum porém contra clubes da capital, inclusive Bahia e Vitória.
O título começou a ser desenhado na noite fria de quarta-feira, 15 de janeiro, com uma vitória magra diante do São Cristóvão, gol de Delorme e se consolidou na tarde de domingo, 5 de outubro, com uma cabeçada do artilheiro Freitas em plena Fonte Nova contra o Vitória, pois no jogo seguinte, o Fluminense enfrentou o Leônico apenas cumprindo a tabela.
Freitas -o artilheiro

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Os técnicos do tempo de glórias




É verdade que após ter saido da UTI em 1972, o Fluminense somou feitos ao longo desses 40 anos de poucos avanços e muitos recuos.

Mas o tempo das glórias e conquistas é anterior a 1972 e está dividido em duas partes. A primeira, de 1954 até o primeiro título em 1963 e a segunda, que engloba o último título de campeão em 1969, dura até 1971, quando o "bravo touro" teve seu maior elenco

No primeiro período além de Durval Cunha que dirigiu o plantel na estreia contra o Vitória e Ariston Carvalho expulso do banco no jogo contra o Ipiranga, foram treinadores do Fluminense Enaldo Rodrigues, Pedrinho Rodrigues, Sotero Monteiro, Fernando Lopes, Manoel Mesquita – o Maneca, Antonio Conceição, o campeão de 63 e outros.
Na segunda fase, sem falar no regra três Geraldo Pereira, foram técnicos do tricolor, entre outros, Paulo Emilio, Zé Maria, Carlos Volante, João Paulo – o Pinguela, Jouber Meira, o campeão Walter Miráglia, e mais Evaristo de Macedo, que formou em 1971 com a participação de Miraglia, uma equipe inesquecivel.

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No tempo das concentrações





Campeão de 1963, o Fluminense foi o representante baiano na Taça Brasil de 1964. Na semana da estréia, contra o Ceará, o diretor Arivaldo Gomes de Santana, o saudoso Tuta da bicicleta, resolveu comprar um aparelho de televisão e instalou na sede da Rua Tertuliano Carneiro, onde na parte dos fundos acontecia todas as noites o famoso jogo de bingo do clube, conhecido como o “meia-meia”.
Na sexta-feira, inicio da concentração, Tuta reuniu os jogadores e avisou:
Hoje, vocês não irão ao Cinema Santanópolis. Ficarão todos aqui porque vamos estrear a televisão assistindo o vídeo tape de Flamengo e Fluminense pelo campeonato carioca.
O zagueiro Misael (foto acima), conhecido como Pé de Serra, que tinha prazer em confundir a bola com a canela dos adversários, olhou para o saudoso Carlinhos Malaquias (foto aaixo), grande ponta-esquerda, depois lateral esquerda e perguntou inocente:
Carlinhos vai dar mesmo os dois times dentro dessa caixa?...