domingo, 1 de novembro de 2026

PENDURICALHOS, SUPERSALÁRIOS E MAIS: FAZENDA DESENHA AJUSTE PARA 2027

 

O mercado financeiro e os investidores cobram do governo um ajuste pelo lado das despesas, diferentemente do que ocorreu no governo Lula 3, que, até então, focou medidas de arrecadação, e não em cortar gastos. Apesar disso, o arcabouço fiscal aprovado em 2023 prevê o teto de crescimento dos gastos em 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB).

Isso, no entanto, não é o suficiente. O mercado tem exigido que o governo dê respostas mais concretas e anuncie medidas para equilibrar as contas públicas. A principal queixa é a trajetória crescente da dívida pública, que é impulsionada pela política fiscal do governo e pela alta dos juros, atualmente em 13,75% ao ano. Mais.

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