O mercado financeiro e os investidores cobram do governo um
ajuste pelo lado das despesas, diferentemente do que ocorreu no governo Lula 3,
que, até então, focou medidas de arrecadação, e não em cortar gastos. Apesar
disso, o arcabouço fiscal aprovado em 2023 prevê o teto de crescimento dos
gastos em 2,5% do Produto
Interno Bruto (PIB).
Isso, no entanto, não é o suficiente. O mercado tem exigido
que o governo dê respostas mais concretas e anuncie medidas para equilibrar as
contas públicas. A principal queixa é a trajetória crescente da dívida pública,
que é impulsionada pela política fiscal do governo e pela alta dos juros,
atualmente em 13,75% ao ano. Mais.


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