O Dia do Trabalhador, celebrado na
última sexta-feira, 1º de maio, foi marcado por reflexões importantes sobre a
desigualdade de gênero no mercado de trabalho brasileiro, especialmente no que
se refere à remuneração das mulheres.
Dados recentes do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e de levantamentos do Instituto de
Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apontam que as mulheres ainda recebem, em
média, entre 20% e 25% a menos que os homens, mesmo quando exercem as mesmas
funções e possuem níveis semelhantes de escolaridade. A disparidade é ainda
mais evidente no recorte racial: mulheres negras chegam a ganhar, em média, de
30% a 35% a menos em comparação aos homens brancos. Mais.

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