Cordelistas, cantadores,
declamadores, admiradores deste gênero da literatura popular, além de
vendedores de xilogravuras e folhetos, prestigiaram o encontro destes artistas,
realizado nesta quinta-feira, 5, no MAP (Mercado de Arte Popular).
O evento, que teve o apoio da
Prefeitura de Feira de Santana, foi marcado por uma dupla homenagem. A
primeira, pela passagem do Dia Municipal do Cordel, e a segunda, pelo
aniversário do poeta popular feirense Antônio Alves. Ambas as datas
comemorativas são celebradas no dia 7.
“O cordel é tudo para mim”, afirmou
o violeiro Domingos Santeiro, que carrega a profissão no nome. “Me dá alegria
de viver. É tudo de bom.” Centenária, a arte ainda terá vida longa, na opinião
dele. “Enquanto tiver papel, lápis e poeta, o cordel não vai morrer”. Mais.

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