terça-feira, 31 de agosto de 2021

‘TELEFONE NO RIO’ DE JEFFERSON SÓ COM POLÍCIA CÚMPLICE

Fernando Brito

O Brasil virou surreal.

Dez dias depois de pedir a soltura de Roberto Jefferson, alegando que ele estava dentro dos limites da “liberdade de expressão”, a Procuradoria Geral da República requer o seu indiciamento por incitação ao crime, por seus vídeos armado.

Mas o ex-deputado dos instintos primitivos, certo que de que nada lhe acontecerá, diz à polícia, nos seus depoimentos, que o telefone celular de onde disparava petardos assim nas redes sociais está no fundo do Rio Paraibuna, porque pediu “a um transeunte” que lá o atirasse, na iminência da prisão. MAIS

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