Fernando Brito
Confesso que estava desestimulado de escrever sobre o tal livro de Eduardo Cunha sobre os supostos bastidores do impeachment de Dilma Rosseff.
Não duvido que seja verdade boa parte do que Cunha descreve, como não duvido que estejam ali mentiras colocadas para que, como facínora que é, sirvam-lhe de cobertura para seus crimes – basicamente os de chantagem e de subversão da República – tornando-se como um Antônio Palocci da direita.
Não há arrependimento, há a mesma estratégia de, agora, fingirem-se campeões da verdade, mesmo servindo-se da mentira.AQUI


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