Escreveu-se, aqui, ontem cedo, que
o rodamoinho bolsonarista havia tragado os dois ministros-chave para o
enfrentamento da crise gerada pela pandemia do coronavírus.
A entrevista dos ministros, ontem,
comprovou-o.
Economia e Saúde passaram ao
controle militar.
Coube ao general Braga Netto,
ignorando totalmente o ministro Paulo Guedes e sem sequer citar o nome de Jair
Bolsonaro. anunciar um falho e capenga “plano de recuperação” – tal
“Pró-Brasil” – que parece mais adequado a produzir “memes” do que a reformar e
reativar a vida econômica do Brasil.
Já a Nelson Teich coube , além de
repetir o mantra do “precisamos de informações” e dar ele próprio informações
falsas sobre a incidência de mortes para explicar como estamos “performando”
bem, comunicar que a gestão do Ministério será, de fato, do general Eduardo
Pazuello.
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