O ministro da Cultura, Roberto Freire, vem aparelhando a
pasta com diversos nomes de seu partido, o PPS; são ao menos 18
correligionários atuando em assessorias, secretarias, diretorias, entidades
vinculadas e representações regionais da pasta. Dez foram nomeados apenas nos
três primeiros meses de 2017; desde que assumiu, em novembro de 2016, Freire
condenou publicamente, diversas vezes, um suposto aparelhamento petista durante
os governos Lula e Dilma, de 2003 a 2016
quinta-feira, 6 de abril de 2017
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