Rogério Rosso era uma circunstância.
A vitória de Rodrigo Maia é a vitória do “hardcore” do
processo de arrocho que virá na segunda fase do governo Temer.
O “centrão”, por inorgânico, poderia criar certas
dificuldades nas ‘medidas impopulares”
que virão após setembro.
A oposição de direita – PSDB, DEM, PSB e PPS – tem com elas
uma identidade ideológica.
Uma parte do PT acha
que isso mantém a polarização tradicional de politica brasileira.
Outra, acha que Maia é melhor por udenismo, porque
significará uma perda de poder de Eduardo Cunha, o corrupto-mor.
O problema de Temer, agora, passa a ser exclusivamente
Eduardo Cunha e seu poder devastador.
Cunha será incinerado como lixo, agora queira ou não Temer.
A única dúvida é se o chamuscará.
Fora de dúvida, porém, é que os desmiliguidos DEM-PSDB
voltassem ao protagonismo.
O centrão ainda criaria certas saias-justas a Temer nas
“medidas impopulares”.
Os demotucanos, nenhum.
É só antecipação do “serviço”.


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