"Frigideira fervendo no azeite, bolinho de feijão apelidado de acarajé enfeitado na cabeça com o famoso camarão bonito e gostoso, abará na panela, enrolado no pano e na folha pra se manter quentinho. O molho você escolhe, ou com vatapá ou com camarão, ou até mesmo com o molho do papo do negão, criôlo alegre... " (Coluna Noite&Dia).
Óbvio que estou falando de “Tonhão do Acarajé" que em tempos idos, a partir do começo dos anos sessenta, na Avenida Getúlio Vargas, mais precisamente na porta do Santanópolis, e mesmo quando o colégio deixou de existir, ele era uma referência da cidade, parada obrigatória de estudantes, comerciários, comerciantes, profissionais liberais, homens de negócios e gente do povo.
Naqueles velhos tempos, nesta
Feira de Santana de todos os nossos dias, sempre ao entardecer, todos paravam
na banca de Tonhão por uma razão muito especial:
Saborear seus disputados quitutes!...


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