sexta-feira, 14 de janeiro de 2022

CHAVE DO COFRE NA MÃO DO CENTRÃO

Fernando Brito

O descompromisso de Jair Bolsonaro com a administração do país ficou, de novo, evidente.

O decreto que coloca a execução do Orçamento da União nas mãos de Ciro Nogueira, ministro da Casa Civil, é sinal de que as verbas consideradas “políticas” não escorrer como lama do barranco dos cofres federais.

Nenhum remanejamento de verbas – das emendas ou fora delas – pode ser feito, agora, sem a prévia anuência do “delegado do Centrão” no governo e Paulo Guedes passa à posição de um simples contabilista, sem poder de decisão.

A prioridade única será a liberação da montanha de verbas destinadas aos parlamentares, agora transmutados em cabos eleitorais do atual presidente.

O “critério técnico” é “isso dá voto?”, MAIS

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