Fernando Brito
O descompromisso de Jair Bolsonaro com a administração do país ficou, de
novo, evidente.
O decreto que coloca a execução do Orçamento da União nas mãos de Ciro Nogueira, ministro da Casa Civil, é sinal de que as verbas consideradas “políticas” não escorrer como lama do barranco dos cofres federais.
Nenhum remanejamento de verbas – das emendas ou fora delas – pode ser feito, agora, sem a prévia anuência do “delegado do Centrão” no governo e Paulo Guedes passa à posição de um simples contabilista, sem poder de decisão.
A prioridade única será a liberação da montanha de verbas destinadas aos parlamentares, agora transmutados em cabos eleitorais do atual presidente.
O “critério técnico” é “isso dá voto?”, MAIS
Nenhum comentário:
Postar um comentário