Cai justificativa utilizada por Alckmin de ter contratado
equipe para investigar Paulo Preto e ilícitos dentro da Dersa, com nomeação de
então presidente Laurence Casagrande Lourenço
Jornal GGN - A Operação Lava Jato de São Paulo deflagrada
nesta quinta-feira (21) teve como alvos ex-diretores da Dersa (Desenvolvimento
Rodoviário S/A). Denominada Operação Pedra no Caminho, foram realizados um
total de 15 mandados de prisão temporária, 50 de busca e apreensão no Espírito
Santo e São Paulo. Entre eles, foi preso Laurence Casagrande Lourenço, homem de
confiança do ex-governador e atual candidato à Presidência Geraldo Alckmin
(PSDB).
Além dos executivos
da Dersa, também são alvos da investigação as construtoras OAS e Mendes Junior,
envolvidas nas obras e manutenções dos contratos apontados de desvios e
irregularidades, para as obras do trecho Norte do Rodoanel Mário Covas. As
determinações foram despachadas pela 5ª Vara Federal da Justiça de São Paulo,
sendo cumpridos os mandados nas cidades de Ribeirão Preto, Bofete, Arujá,
Carapicuíba (SP) e Marataízes (ES). MAIS
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