Por Roberto Requião
Hoje eu vou falar de patos, essas simpáticas aves da família
Anatidae. Fui ao Google para me ilustrar sobre o assunto e aprendi que a
família dos patos é enorme. Há o pato-mudo, o pato corredor, o pato-ferrão, o
pato papão, o pato-caipira e o pato da fiesp. E assim por diante. Ah, sim! Os
marrecos também fazem parte da família. E temos aí a marreca-cricri, o
marreco-gritalhão, o marrecão, o marreco-pompom, o marreco de bico-amarelo....
Confesso que fiquei interessado pelo pato-mudo. O pato mudo
é assim chamado porque ele não emite sons altos; o macho faz um som semelhante
a um assopro; e a fêmea algo como um assobio bem discreto.
É fácil criar patos e eles se reproduzem com grande
facilidade. No Brasil, os patos são milhões e milhões, embora ultimamente,
informam-me, talvez por causa do clima, da crise econômica, da reforma da
Previdência ou do desemprego, registra-se uma drástica diminuição na população
dos patos.
O coletivo de patos é bando ou pataquada, como sugerem
alguns.
Os patos são facilmente domesticados e é possível conduzir o
bando pata aqui, pata acolá, porque o pato sempre vem para ver o que é que há,
como diz a letra da música de Vinícius de Morais.

Nenhum comentário:
Postar um comentário